16/02
- Oeste -
A Usina Hidrelétrica Machadinho completa hoje dia
16 de fevereiro, 10 anos da entrada em operação. Desde o
início o Consórcio Machadinho vem contribuindo com o
desenvolvimento brasileiro pela disponibilização de
energia limpa e de qualidade e atendendo a todos os
requisitos ambientais.
Soma-se a isso os valores que vem sendo repassados
através da Compensação Financeira pelo uso dos recursos
hídricos de mais de R$ 180 milhões, sendo que destes
aproximadamente R$ 72 milhões foram destinados aos
municípios da área de abrangência da Usina. O bom
relacionamento e a parceria estabelecidos com a
comunidade, além da política de responsabilidade
socioambiental levaram o Consórcio Machadinho a investir
mais de R$ 5 milhões em 58 projetos que proporcionaram
melhores condições de educação, segurança, saúde, lazer
e qualidade de vida para a população da região.
Comemorar 10 anos de operação significa festejar um
histórico de conquistas, inovações e excelente
relacionamento com a comunidade. Neste período a Usina
Hidrelétrica Machadinho já recebeu mais de 44 mil
visitantes, sendo que destes aproximadamente 16 mil são
provenientes dos seus municípios vizinhos.
Para comemorar tudo isso a Usina Machadinho está
preparando uma programação para todo o ano de 2012.
Serão confraternizações, atividades sócio-culturais e
esportivas, além de espetáculos musicais. Para o diretor
geral do Consórcio Machadinho, Duilio Diniz de
Figueiredo, este aniversário também é da comunidade. “O
maior presente do Consórcio Machadinho é ter os
moradores da região comemorando junto com o
empreendimento esta data tão especial”, afirma.
O EMPREENDIMENTO
A Usina Hidrelétrica Machadinho construída no leito do
Rio Pelotas entre os municípios de Piratuba, em Santa
Catarina, e Maximiliano de Almeida, no Rio Grande do
Sul, tem potência instalada de 1.140 MW e é a maior
Usina Hidrelétrica com casa de força em Santa Catarina.
Certificada pelas normas NBR ISO 9001, ISO 14001 e OHSAS
18001, a Usina utiliza a força da água para gerar
energia limpa e renovável. Tem como proprietários as
seguintes empresas: Companhia Brasileira de Alumínio (CBA),
Alcoa Alumínio S.A., Tractebel Energia S.A., Votorantim
Cimentos Brasil, VALE S.A., InterCement Brasil S.A.,
Companhia Estadual de Geração e Transmissão de Energia
Elétrica (CEEE-GT) e DME Distribuição S.A. (DMED).
Para mais informações sobre a Usina Hidrelétrica
Machadinho, acesse:
www.machadinho.com.br
Usina Machadinho, há 10 anos e todos os dias gerando
energia para um futuro melhor.
Publicidade na internet brasileira deve superar
gastos com anúncios em jornais e revistas
09/02
-
Pesquisa divulgada nesta semana mostra que os
mercados emergentes vão garantir o crescimento da
publicidade em 2012. Entre os 13 países pesquisados
pela Wark (International Ad Forecast), serviço que
analisa o segmento, o Brasil deverá apresentar o
quarto maior avanço, 8,5%, atrás de Rússia (16,5%),
Índia (14%) e China (11,5%).
No ano passado, o setor de publicidade
brasileiro ocupou a mesma posição, com avanço de
7,1%, em um período marcado por decréscimos em
algumas das principais economias.
No Brasil, o aumento da publicidade online
deverá ser de 23,8%, informa a pesquisa. Já
jornais e revistas devem avançar 3,6% e 6%,
respectivamente.
"E importante lembrar que, embora tenha apenas
6% dos gastos em publicidade no Brasil, a
internet cresce muito rápido. Todas as outras
mídias estão perdendo participação para o
online, principalmente impressos e rádio, embora
a TV ainda seja dominante. Imagino que a
internet passará os jornais e será a segunda
maior mídia em publicidade até 2015", avalia
Suzy Young, editora de Informação da Wark.
Young observa ainda que, embora afetado pela
recessão na Europa, o Brasil manteve o
crescimento da publicidade, o que ocorre há dez
anos. Os gastos no setor no país terão passado
de R$ 11 bilhões, em 2003, para R$ 30,1 bi, em
2012, já descontado o impacto da inflação nestes
números.
"O investimento estrangeiro na indústria
brasileira de comunicação tem impulsionado o
crescimento de gastos em publicidade. E vai
continuar", prevê.
A participação do Brasil no total aplicado nos
13 países examinados também vem aumentando: de
3,1%, em 2003, para estimados 4,5%, em 2012. Os
Estados Unidos, cuja fatia passou de 50,4% para
41,6% nos últimos dez anos, vem perdendo espaço
para emergentes. Já a participação da China terá
passado de 6,5%, em 2003, para 12,2% em 2012,
segundo as séries históricas da Wark.
Fonte: BBC Brasil
Vare
jo de Santa
Catarina
ultrapassa 180 CDLs Associativismo da categoria traduz-se
na unicidade e força do movimento lojista no estado
30/01 - Santa Catarina -
Santa Catarina é o estado brasileiro com maior número proporcional
de Câmaras de Dirigentes Lojistas sediadas em mais de 180 municípios e a
meta é atingir a marca de 200 entidades até 2013 – só no ano passado
foram inauguradas oito. Nas próximas duas semanas estarão em atividade
mais quatro unidades em Treze Tílias, Riqueza, Saudades e Tunapólis.
Segundo Sergio Medeiros, presidente da Federação das CDLs (FCDL SC), o
associativismo entre a classe varejista catarinense traduz-se na
unicidade e força do movimento no estado, principalmente nas conquistas
já alcançadas. “Mais de 90% da categoria são de micro e pequenos
empresários e essa união faz toda a diferença na hora de pleitear ao
poder público medidas para o desenvolvimento do segmento”, evidencia.
Neivor José Bussolaro, presidente da CDL de Jaraguá do Sul, reforça a
opinião do dirigente lojista e afirma que a associação faz toda a
diferença na hora de uma negociação ou reivindicação. “Juntos temos voz
e maior credibilidade quando falamos em nome de uma entidade. Isso é
muito importante quando vamos tratar com empresas de cartões de crédito,
por exemplo, ou defender alguma proposta junto às autoridades”, observa.
Entre as conquistas recentes dos comerciantes do estado estão a redução
da alíquota da Margem de Valor Agregado (MVA) dos produtos inseridos no
regime de substituição tributária para empresas optantes do Simples e o
parcelamento do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de
Serviços (ICMS) decorrente das vendas de fim de ano.
Entre os benefícios de ter um braço cedelista no município estão o
oferecimento de cursos, treinamentos e capacitações para os
trabalhadores do setor e assessoria aos comerciantes locais. Sobre a
integração entre a FCDL e os mais de 32 mil lojistas associados, o
presidente Sergio Medeiros destaca a importância da troca de informações
e serviços como o banco de dados do SPC. Para este ano, enfatiza que
umas das prioridades da entidade é a aceleração da construção da nova
sede da federação em Florianópolis. A expectativa é de que a obra fique
pronta no primeiro semestre de 2013. Também estão nos planos de 2012 o
fortalecimento do projeto Recicla CDL, da participação na campanha
Pedágio do Brinquedo e o lançamento de uma nova ação para reforçar a
segurança no comércio.
Sul do País tem a refeição
mais barata fora de casa
27/01
-
Sul -
O levantamento, realizado em parceria com o Instituto Datafolha, aponta
ainda: Preço médio do almoço fora de casa da região é de R$ 24,84, enquanto a
média nacional é 27,46; - Florianópolis (SC) é a capital da região mais
cara para se comer fora de casa, seguida de Porto Alegre (RS) e Curitiba
(PR) - São José dos Pinhais (PR) é a quarta cidade mais barata do Brasil
para se almoçar fora de casa.
O Índice Alelo de Preço Médio de Refeição 2012 - divulgado a partir de
hoje - mostra que o almoço fora de casa custa em média R$ 24,84 no Sul
do Brasil. O valor representa um aumento de 2,09% em relação ao
levantamento apresentado no ano passado, que apontava média de R$ 24,33.
Os dados, apurados pelo Instituto Datafolha em parceria com a Alelo,
administradora de cartões-benefício e cartões pré-pagos, apresentam a
média nacional de R$ 27,46 - valor que representou aumento de 2,54% em
relação ao preço médio nacional de R$ 26,78, verificado pela edição
anterior da pesquisa.
A pesquisa, em sua terceira edição, foi realizada com 4.312
estabelecimentos de cidades brasileiras no período entre 13 de setembro
e 19 de outubro de 2011. Todos os estabelecimentos entrevistados são
credenciados à rede Visa Vale e analisa a refeição no período do almoço,
de segunda à sexta-feira. O levantamento avaliou o custo individual de
prato principal, sobremesa, bebida e café expresso, compondo assim o
valor total da refeição.
A pesquisa contempla na região Sul, a cidade que apresentou maior preço
médio para o almoço fora de casa foi Florianópolis (SC), com o valor de
R$ 26,06. Logo após vem Porto Alegre (RS), apresentando a média de R$
25,11 e, em terceiro lugar, está a cidade de Joinville (SC), com custo
médio de R$ 25,08. Já a capital paranaense –Curitiba- fica neste ranking
em quarto lugar, com R$ 24,91.
Além de ser a região mais barata do país, o Sul também possui a quarta
cidade com menor preço médio de refeição no Brasil. De acordo com o
levantamento, a cidade de São José dos Pinhais (PR) possui o preço médio
de R$ 21,09, pouco a frente de Uberlândia (MG), que registra R$21,02.
Cuiabá (MT) apresenta R$ 20,18; enquanto Contagem (MG) tem R$ 16,50 e
destaca-se como a cidade mais barata para se comer fora de casa em todo
o país.
Comparativamente à pesquisa do ano anterior, o Sul se manteve como
região mais barata do país para comer fora de casa. As demais sofreram
mudanças em suas posições. A região Nordeste, que no levantamento
passado ocupava o terceiro lugar, saltou para a primeira posição neste
ano, por conta de um valor médio de refeição fora de casa de R$ 29,35. O
Sudeste, segundo colocado, registrou a média de R$ 27,84 – na edição
anterior da pesquisa era o primeiro colocado entre as refeições mais
caras.
O levantamento deste ano da Alelo mostra que em terceiro lugar está o
Norte/Centro-Oeste, onde almoçar fora de casa fica R$ 26,35 em média, e
por último, a região Sul, com o valor de R$ 24,84. Os valores
representam uma refeição completa composta por prato principal, bebida,
sobremesa e café expresso.
Apesar do pequeno aumento de 2,09% no preço médio da refeição completa
para a região, o Sul teve a segunda maior redução no preço do prato
principal no Brasil. A média baixou de R$14,13 para R$13,98, com redução
de -1,09%. A região do Norte/Centro-Oeste foi a que teve maior redução
no prato principal, de R$16,73 para R$15,82, com baixa de -5,45%.
Pesquisa e Preço Médio no Brasil
O Índice Alelo de Preço Médio de Refeição 2012 mostra que o almoço fora
de casa custa, em média, R$ 27,46 no Brasil. O valor representa um
aumento de 2,54% em relação ao levantamento apresentado no ano passado,
que apontava a média de R$ 26,78. Neste mesmo período (janeiro a outubro
de 2011), o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) específico dos
alimentos e bebidas evolui 4,76% e o IPCA geral avançou 5,43%.
Segundo dados da pesquisa, o aumento dos estabelecimentos de até 50
lugares – que passaram a representar 34% da amostra contra 18% do ano
passado –, motivou a pequena variação do preço médio de refeição. Os
restaurantes com 50 ou mais lugares (66% de amostra) tiveram um
crescimento médio de 10% no valor da refeição completa.
Da média de R$ 27,46 apontada pela edição deste ano, somente o prato
representa aproximadamente 60% do valor da refeição completa, com valor
médio de R$16,35. A sobremesa, por sua vez, representa R$ 5,38, enquanto
a bebida participa com R$ 3,15 e o café com R$ 2,58. O aumento mais
expressivo dos componentes da refeição foi identificado no valor do café
-10,26%, seguido pelo preço da bebida, que foi de 6,42%. Prato e
sobremesa tiveram aumentos menores, com, respectivamente, 1,36% e 0,56%.
De acordo com os resultados das pesquisas anteriores, é possível afirmar
que a refeição fora de casa “pesou” mais no bolso do brasileiro no
período de 24 meses, entre outubro de 2009 até outubro de 2011. O valor
da refeição completa (prato, bebida, sobremesa e café expresso) aumentou
20,92% neste período, passando de R$ 22,71 em 2009 para R$ 27,46 em
2011, segundo a pesquisa feita por Alelo e Datafolha. Atribui-se ao
salto a alta de 16,49% do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo)
específico dos alimentos e bebidas, ocorrida entre 2009 e 2011, enquanto
o IPCA geral avançou 12,84%, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística).
“A Alelo desenvolve anualmente esta pesquisa em parceria com o Instituto
Datafolha com o objetivo de auxiliar as empresas a desenharem uma
proposta de benefício em sintonia com os custos médios da região onde
estão inseridas. Esse material, inclusive, é muito útil para os pequenos
empreendedores, que se apóiam em informações de mercado para oferecer
mais vantagens às suas equipes. Isso significa retenção e melhoria na
qualidade de vida e produtividade destes funcionários”, explica Ronaldo
Varela, diretor executivo Comercial, Marketing, Produtos e Novos
Negócios da Alelo.
Onde o preço é mais alto
De acordo com o ranking do levantamento, São Luís (MA) é a cidade com a
refeição fora de casa mais cara do Brasil, com custo médio R$ 36,21. Em
seguida, estão São Vicente (litoral sul de SP), com R$ 34,91, e Rio de
Janeiro (RJ), com R$ 32,78.
Neste ranking, o Índice Alelo de Preço Médio de Refeição 2012 aponta
outra curiosidade. A cidade de São Vicente (SP), até então não
contemplada por não apresentar número de estabelecimentos suficientes
para participação da pesquisa, não apenas mostrou grande aumento no
número de estabelecimentos, como também se classificou como a segunda
mais cara do país, refletindo o crescimento do número de habitantes e a
chegada de empresas voltadas para o segmento de exploração de petróleo e
gás.
Preferência entre categorias de almoço
O Índice Alelo de Preço Médio de Refeição 2012 analisa o custo e a
oferta da refeição em quatro diferentes categorias de prato: comercial
(também conhecido como “prato feito ou PF), self service, executivo e à
la carte. Segundo a pesquisa, 58% dos estabelecimentos oferecem o
sistema de refeição self service, queda de seis pontos percentuais
frente à edição de 2011. O tradicional prato comercial subiu sete pontos
e o executivo, cinco pontos percentuais.
“O trabalhador brasileiro conta com oportunidades crescentes no mercado
formal, melhores remunerações e acesso a mais benefícios. Com a
ampliação do poder de consumo, está migrando e experimentando outros
sistemas de refeição. Quem antes se alimentava apenas com o tradicional
prato comercial hoje adota as opções self service ou até mesmo à la
carte”, comenta Varela. Para o executivo, o aumento da oferta dos
sistemas de refeição comercial e executivo são resultados de uma
possível adequação dos estabelecimentos a essa mudança de comportamento.
Anatel publica portaria que
reduz tarifa da telefonia no País
25/01
- Brasil - O
Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel)
informou que reduzirá tarifas das chamadas telefônicas fixo-móvel. Nos
termos da Resolução nº 576/2011, o ato aprovado resultará em redução
líquida de aproximadamente 10% sobre os valores pagos pelos usuários, já
no mês de fevereiro. De acordo com a publicação desta quarta-feira (24)
do Diário Oficial da União. Até 2014, a medida fará com que os usuários
tenham ganhos de cerca de 45% devido à redução das tarifas.
Os valores de remuneração de rede móvel, caso não ocorra a pactuação,
serão reduzidos pela Anatel em 13,7% e 9,29% nos dois primeiros anos. Se
ainda não for possível obter o valor de referência da VU-M baseado em
custos no terceiro reajuste, a VU-M será reduzida em 6,61%, totalizando
27%.
Fonte: Economia SC
Gasto de brasileiros
no exterior bate recorde em 2011
24/01
- Brasil - De
acordo com dados divulgados nesta terça-feira (24), nesta terça-feira, o
saldo negativo de US$14,5 bilhões constituiu o recorde da série, com
receitas e despesas de brasileiros no estrangeiros atingiram os
patamares máximos de US$6,8 bilhões e de US$21,2 bilhões,
respectivamente.
As despesas líquidas com transportes somaram US$724 milhões em dezembro,
acumulando déficit de US$8,3 bilhões no ano, ante US$6,4 bilhões
registrados em 2010. As despesas líquidas com aluguel de equipamentos
atingiram US$1,8 bilhão no mês e US$16,7 bilhões em 2011, elevação de
21,2% em relação ao ano anterior.
O déficit em serviços de computação e informações atingiu US$382 milhões
em dezembro e US$3,8 bilhões no ano, 15,3% superior ao resultado de
2010. As remessas líquidas de royalties e licenças somaram US$264
milhões no mês e US$2,7 bilhões no ano, acréscimo de 10,5%,
comparativamente ao ano anterior.
Dezembro
Em dezembro, a conta de serviços foi deficitária em US$3,6 bilhões,
comparativamente a déficit de US$2,9 bilhões em dezembro de 2010.. Em
2011, a conta serviços registrou saídas líquidas de US$37,9 bilhões,
acréscimo de 23,2% na comparação com 2010. A conta de viagens
internacionais apresentou déficit de US$1,1 bilhão, no mês, com
crescimento, na comparação com o mesmo período do ano anterior, de 7,1%
dos gastos de turistas estrangeiros no Brasil e de 2,2% dos gastos de
turistas brasileiros no exterior.
Fonte: Economia SC
Brasil exportou US$ 3,206
bilhões na terceira semana de 2012
Houve redução nas vendas de produtos básicos, como minério de
ferro e petróleo e frango.
23/01 - Brasil -
Na terceira semana de janeiro (16 a 22), com cinco dias úteis, as
exportações brasileiras foram de US$ 3,206 bilhões, com média diária de
US$ 641,2 milhões. Na comparação com o resultado médio das duas
primeiras semanas do ano (US$ 733,4 milhões), houve queda de 12,6%.
Neste comparativo, houve redução nas vendas de produtos básicos
(-21,1%), especialmente, de minério de ferro, petróleo em bruto, carne
de frango, soja em grão e farelo de soja. Entre os produtos
manufaturados (-7,8%), houve diminuição dos embarques automóveis de
passageiros, óleos combustíveis, polímeros plásticos, máquinas e
aparelhos para terraplanagem, óxidos e hidróxidos de alumínio e energia
elétrica. Já as exportações de bens semimanufaturados registraram
acréscimo de 5,2%, motivado pelo aumento nas vendas de produtos
semimanufaturados de ferro ou aço, celulose, alumínio em bruto, couros e
peles e ferro fundido.
As importações, no período, somaram US$ 3,785 bilhões com resultado
médio diário de US$ 757 milhões. O número é 5,7%, inferior à média
aferida na primeira e na segunda semana de janeiro (US$ 802,8 milhões),
com declínio nos gastos com combustíveis e lubrificantes, equipamentos
elétricos e eletrônicos, veículos automóveis e partes, químicos
orgânicos e inorgânicos e adubos e fertilizantes.
Deste modo, a balança comercial semanal registrou déficit de US$ 579
milhões, com média diária negativa de US$ 115,8 milhões. A corrente de
comércio da terceira semana de janeiro somou US$ 6,991, com resultado
médio diário de US$ 1,398 bilhão.
Mês
Nos quinze dias úteis de janeiro, as exportações foram de US$ 10,540
bilhões, com média diária de US$ 702,7 milhões. Por esse comparativo, a
média das vendas externas foi 3% inferior a de janeiro de 2011 (US$
724,5 milhões).
Nesta comparação, caíram as vendas de produtos básicos (-9,5%), por
conta de minérios de ferro, óleo bruto de petróleo, café cru em grão,
farelo de soja, milho em grãos, minério de cobre e trigo em grãos, e
também de semimanufaturados (-4,4%), em razão de celulose, açúcar em
bruto, couros e peles, ferro fundido e catodos de cobre. As exportações
de produtos manufaturados tiveram aumento de 2% impulsionadas,
principalmente, por óleos combustíveis, automóveis de passageiros,
máquinas e aparelhos para terraplanagem, polímeros plásticos e veículos
de carga.
Em relação a dezembro de 2011, a média diária das exportações caiu
30,1%, devido à diminuição nas vendas das três categorias de produtos:
básicos (-39,5%), manufaturados (-24,2%) e semimanufaturados (-12,3%).
As importações em janeiro alcançam o valor de US$ 11,813 bilhões e
registram média diária de US$ 787,5 milhões. Houve aumento de 11,6% na
comparação com o resultado diário de janeiro do ano passado (US$ 705,5
milhões). Combustíveis e lubrificantes (22,1%), produtos farmacêuticos
(19,1%), adubos e fertilizantes (17,9%), equipamentos elétricos e
eletrônicos (17,8%), veículos automóveis e partes (13,7%), plásticos e
obras (13,2%) e produtos siderúrgicos (10,4%) foram os produtos com
maior aumento de despesas neste comparativo.
Na comparação com a média de dezembro de 2011 (US$ 832,4 milhões), houve
retração de 5,4% nas importações, devido, principalmente, a adubos e
fertilizantes (-24,9%), veículos automóveis e partes (-21,3%), produtos
farmacêuticos (-21,3%), cereais e produtos de moagem (-19,4%), produtos
diversos das indústrias químicas (-19,2%), combustíveis e lubrificantes
(-17,4%) e aeronaves e peças (-11,5%).
O saldo comercial, no primeiro mês de 2012, está deficitário em US$
1,273 bilhão. Em janeiro do ano passado, a balança comercial teve
superávit de US$ 398 milhões e, em dezembro, saldo positivo de US$ 3,816
bilhões.
A corrente de comércio do mês alcançou US$ 22,353 bilhões (média diária
de US$ 1,490 bilhão). Pela média, houve aumento de 4,2% no comparativo
com janeiro passado (US$ 1,430 bilhão) e queda de 18,9% na relação com
dezembro último (US$ 1,838 bilhão).
Você pode fazer
toda a diferença
A
jornalista catarinense Karla Provesi, 37 anos de idade, que completou 38
anos terça-feira, dia 10 de janeiro, vem travando desde agosto de 2011
uma batalha contra a leucemia. Depois de 5 sessões de 20 dias cada de
quimioterapia a jornalista – casada com o também jornalista Carlos Praxedes que é coordenador do curso de jornalismo da Univali/Itajaí –
acreditava estar senão curada bem melhor diante do desafio. A doença não
deu trégua, em menos de um mês após o término das sessões, retornou em
dezembro e o caso agora exige rapidamente um transplante de medula.
Karla que é mãe de João de 10 anos de idade e durante muitos anos
trabalhou no laboratório de fotografia da Univali tem 3 irmãs – mas
nenhuma é compatível. Karla e a família correm agora em busca de um
doador compatível para que ela possa ter a chance de vencer a doença.
Desde quarta-feira, dia 4, Karla voltou a ser internada em Curitiba para
uma nova sessão de quimioterapia. A espera por um doador é angustiante,
mas a esperança não se desfaz. Carlos que durante todo esse tempo ficou
entre Itajaí e Curitiba cuidando de mulher e filho não desiste e é o
maior incentivador da mulher nessa luta. O caso é considerado grave e o
transplante urgente.
Caso você decida doar
1. Você precisa ter entre 18 e 55 anos de idade e estar em bom estado
geral de saúde (não ter doença infecciosa ou incapacitante).
2. Onde e quando doar
Aqui na nossa região essa doação pode ser efetuada direto no HEMOSC – em
Joaçaba.
3. Como é feita a doação
Será retirada por sua veia uma pequena quantidade de sangue (5ml) e
preenchida uma ficha com informações pessoais.
Seu sangue será tipificado por exame de histocompatibilidade (HLA), que
é um teste de laboratório para identificar suas características
genéticas que podem influenciar no transplante. Seu tipo de HLA será
incluído no cadastro.
Seus dados serão cruzados com os dos pacientes que precisam de
transplante de medula óssea constantemente. Se você for compatível com
algum paciente, outros exames de sangue serão necessários.
Se a compatibilidade for confirmada, você será consultado para confirmar
que deseja realizar a doação. Seu atual estado de saúde será avaliado.
A doação é um procedimento que se faz em centro cirúrgico, sob anestesia
peridural ou geral, e requer internação por um mínimo de 24 horas. Nos
primeiros três dias após a doação pode haver desconforto localizado, de
leve a moderado, que pode ser amenizado com o uso de analgésicos e
medidas simples. Normalmente, os doadores retornam às suas atividades
habituais depois da primeira semana.
Importante
Um doador de medula óssea deve manter seu cadastro sempre atualizado. O
Transplante de Medula Óssea é a única esperança de cura para muitos
portadores de leucemias e outras doenças do sangue.